A obesidade não compromete somente a saúde de uma pessoa mas também da economia de grandes potências mundiais.
Afinal, pessoas com esse problema enfrentam uma série de dificuldades, desde a locomoção até questões relacionadas ao coração, sono entre outros.
A epidemia de obesidade compromete a produtividade dos trabalhadores e sobrecarrega os governos com gastos de saúde pública.
O estilo de vida sedentário pode ser bom para muitos negócios mas, a longo prazo faz, muito mal para pessoas e países. No México, detentor do maior índice de obesos do mundo (71,3%), a situação é gravíssima.
Nos EUA, país que ocupa o segundo lugar do ranking, trabalhadores com sobrepeso custam cerca de US$ 153 bilhões ao ano.
O Brasil encontra-se no sétimo lugar com cerca de 15% de obesos.
O índice de risco de obesidade é uma ameaça a saúde de várias nações. Diante deste cenário, é urgente refletir sobre implementacão de práticas que reduzam o número de obesos.
Esta delicada manobra, que compromete a prosperidade de grandes empresas, deve ser considerada pelos governos dos países que lideram o ranking, afinal, não existe prosperidade em um estilo de vida doentio e sedentário.
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