No dia 4 de maio a China celebra um importante movimento estudantil ocorrido em 1919. Em Chengdu, capital da província de Sichuan, a data também representa o aniversário de seis anos de um protesto contra a construção de uma refinaria de óleo e produtos petroquímicos, como o P-xileno, da PetroChina – um projeto que absorveu um investimento de US$ 6 bilhões.
Durante a semana que precedeu o dia 4, milhares de mensagens e panfletos foram distribuídos pela cidade e entre seus 15 milhões de habitantes urbanos. Os textos chamavam para um protesto contra a instalação de outras fábricas que produzem P-xileno – um químico altamente poluente utilizado na fabricação de plástico PET – na região. Uma mulher foi obrigada a pedir desculpas na televisão local por repassar um post no seu microblog pessoal sobre o protesto, marcado para o meio-dia de sábado.
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