Essas mudanças representam perigo para o usuário dos aviões, segundo os cientistas, as turbulências atmosféricas já provocaram ferimentos em centenas de passageiros. A indústria também sofre com os danos em aeronaves, que custam um valor estimado em US$ 150 milhões (cerca de R$ 297 milhões).
Os autores do estudo usaram simulações de computador da corrente de jato do Atlântico Norte, um forte vento da alta atmosfera impulsionado por diferenças de temperatura resultantes da colisão entre o ar do Ártico e o tropical.
Essa corrente de jato afeta o corredor de tráfego aéreo entre a Europa e a América do Norte, um dos mais intensos com cerca de 300 voos por dia na direção leste e outros 300 rumo a oeste.
Os cientistas descobriram que a duplicação das concentrações de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, com base em níveis pré-industriais prevista no prazo de 40 anos, tornariam as turbulências entre 10% a 40% mais violentas em altitudes típicas de cruzeiro.
Saiba mais sobre a pesquisa em UOL.





