O resultado de estudo internacional supreendeu centenas de cientistas que acreditam em sobreposição maior entre seres em extinção no momento e aqueles que são ameaçados caso a temperatura do planeta Terra suba mais de três graus Celsius.
Ao todo, 41% de todas as espécies de aves, 29% dos anfíbios e 22% dos corais podem ser considerados “altamente vulneráveis às mudanças climáticas, mas não são ainda classificados como ameaçados”, destacou a equipe de cientistas no periódico PLOS ONE.
Além do aquecimento global, outras causas ameaçam espécies. A perda de habitats pelo crescimento populacional humano e a superexploração de espécies são as principais causas das extinções.
Diante desse cenário, Aves, incluindo o pinguim imperador (Aptenodytes forsteri) e o mocho-galego (Athene noctua), e anfíbios, como o sapo Rose's rain (Breviceps rosei) e a salamandra imitadora (Desmognathus imitator) – nenhum dos quais considerados ameaçados no momento – estão entre aqueles que ficarão em risco com o aumento das temperaturas.
Providências, mesmo embasadas nos estudos que apontam situações incentas, devem ser tomadas. Consideram a inclusão de algumas espécies dessa "nova" lista nos planos de conservação vigentes é um exemplo do que pode ser feito.
Lembramos que cerca de 200 nações se comprometeram a limitar o aquecimento global em dois graus Celsius. Observamos, porém, que as emissões de gases poluentes sobem e ameaçam o cumprimento desse acordo.
Fontes:
Plosone





