O instituto britânico Marine Conservation Society (MCS) divulgou uma pesquisa que conclui que a elevação das temperaturas do planeta, as alterações climáticas, a poluição e a pesca excessiva são fatores que aumentam o número de águas-vivas nos oceanos e nas praias do mundo todo. A conclusão relacionou as temperaturas mais quentes nos oceanos com o aumento da observação de águas-vivas nos ecossistemas marinhos, principalmente no Reino Unido.
A instituição britânica acredita que as águas-vivas assumam a função de indicadores da qualidade dos oceanos. O problema é que, em maior frequência em alto-mar, estes animais podem atrapalhar a atividade pesqueira; já nas praias, a aparição das medusas coloca em risco a segurança dos banhistas.
Preocupados com as alterações do ecossistema, o instituto criou um programa para incentivar os banhistas a registrarem as observações dos animais nas praias. A ação também deixa claro que é necessário manter a distância das águas-vivas.
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