A Biblioteca Pública do Rio ganhou uma pequena usina geradora de energia solar, que irá reduzir em 30% o consumo no local. Com essa novidade, a biblioteca passa a ser o primeiro espaço cultural na América Latina abastecido com este tipo de energia. Além dos benefícios párticos e ambientais no dia a dia, o objetivo do projeto é ganhar o Selo Ouro, a mais alta certificação dada pelo Sistema LEED (sigla em inglês que significa liderança em energia e design ambiental).
Em 2008 a biblioteca começou uma série de obras para ampliar a sustentabilidade no prédio, com a usina, pretende-se garantir eficiência energética. A usina é composta por 162 placas que absorvem a energia solar, apoiadas em uma estrutura fixada na cobertura da biblioteca, além de seis dispositivos que convertem a energia solar em elétrica para ser usada no sistema interno.
Em nota, a Secretaria de Cultura informou que o governo estadual pretende ampliar o programa de bibliotecas sustentáveis. O projeto foi viabilizado pela companhia de energia Ligth, por meio do Programa Rio Capital da Energia, com custo de R$ 585 mil.
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