Família: Myrsinaceae, a família botânica do cíclame, da ardísia e das capororocas.
Outros nomes: capororoca-comum.
Distribuição Geográfica: A capororoca ocorre em todas as regiões do Brasil, nos Estados do AM, AP, PA, RN, BA, GO, MS, MG, ES, SP, RJ, PR, SC e RS. É encontrada na Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, sendo nesta última, muito comum nas restingas. E é uma espécie nativa, mas não endêmica do Brasil.
Características: Árvore com cerca de 15 m de altura e tronco de 70 cm de diâmetro. Sua casca varia de cinzenta a esverdeada, é fissurada e com protuberâncias semelhantes a verrugas. As folhas são simples, de consistência grossa, verde escuras e brilhosas na parte superior. As inflorescências possuem 3 a 8 flores, quase brancas e bem pequenas, dispostas ao longo dos ramos mais finos. O fruto é redondo, de cor escura, com apenas uma semente e aderido aos ramos.
Usos
Alimentação: Não existem registros para este uso.
Madeira: Considerada pesada, resistente e flexível. É própria para marcenaria e carpintaria, e eventualmente utilizada na construção de casas.
Uso medicinal: Não existem registros para este uso.
Outros usos: A casca possui muito tanino e é utilizada para curtir couro.
Curiosidades: Segundo alguns relatos, suas folhas podem servir para falsificar a erva-mate. O nome capororoca vem do Tupi e quer dizer “pau-que-estala”.
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