Imagina usar o som da poluição para fazer melodias? Essa foi a ideia dos cientistas Gabriel Isaacman e o jornalista Aaron Reuben, que utilizaram um cromatógrafo para analisar a estrutura química do ar e transformaram essas informações em dados digitais.
Durante o processo, eles repararam que quando o ar estava mais limpo, o tipo de estrutura encontrado nele foi mais variado. Ou seja, quando esses dados foram convertidos em música, os sons eram mais agradáveis.
Porém, nos momentos de poluição muito intensa, o ar ficou cheio de hidrocarbonos e criou um som assustador, similar ao de estática. Os criadores desse novo estilo de som pretendem medir a poluição em mais cidades e educar a população através da melodia da poluição.
Confira aqui o som de Bakersfield e aqui o som de Pasadena.
Fonte:
Revista Galileu





