          

      

  
{"id":15857,"date":"2019-01-01T00:00:00","date_gmt":"2019-01-01T02:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/greennation.com.br\/noticia\/oceanos-de-novo-mas-20-anos-depois\/"},"modified":"2019-01-01T00:00:00","modified_gmt":"2019-01-01T02:00:00","slug":"oceanos-de-novo-mas-20-anos-depois","status":"publish","type":"noticia","link":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/noticia\/oceanos-de-novo-mas-20-anos-depois\/","title":{"rendered":"Oceanos de novo, mas 20 anos depois"},"content":{"rendered":"<p>Data de 1998 a primeira vez em que o termo sustentabilidade me chegou aos ouvidos. Acontecia a Exposi&ccedil;&atilde;o Internacional de Lisboa, em Portugal, cuja tema era o oceano como patrim&ocirc;nio para o futuro. Lembro que a palavra me causou tamanha estranheza que cheguei a questionar ser integrante apenas do vocabul&aacute;rio lusitano. Ledo engano! A Expo 98 mostrou que a sustentabilidade era algo pr&aacute;tico, real e definitivamente necess&aacute;rio em todos os cantos do planeta e n&atilde;o apenas naquela cidade linda e repleta da gente.<\/p>\n<p>Vinte anos mais tarde, desenho as experi&ecirc;ncias do festival que o <a href=\"http:\/\/greennation.com.br\/en\/festival\/brasilia-df-2018\/10\/\">Green Nation apresentar&aacute; para o p&uacute;blico durante o 8&deg; F&oacute;rum Mundial de &Aacute;gua<\/a>, que acontece em mar&ccedil;o, em Bras&iacute;lia (DF). Mais uma vez, os oceanos entram em pauta. E muito al&eacute;m de apreciar a beleza e a for&ccedil;a destas &aacute;guas, precisamos falar sobre o impacto do pl&aacute;stico, que polui suas ondas, mata animais e amea&ccedil;a concretamente todos os ecossistemas marinhos. Sabe aquela tampinha deixada na areia? Sim, vai mesmo viajar milhares de quil&ocirc;metros e terminar no est&ocirc;mago de alguma tartaruga.<\/p>\n<p>Precisamos repensar nossas rela&ccedil;&otilde;es com os oceanos, pois n&atilde;o d&aacute; mais para aceitar que sejam vistos como a lixeira do planeta. Para come&ccedil;ar a mudar de atitude, basta responder com franqueza: voc&ecirc; quer mergulhar em &aacute;guas transl&uacute;cidas ou em um mar real de lixo, detritos e sujeira? Hoje, muitos esp&eacute;cimes n&atilde;o t&ecirc;m a primeira op&ccedil;&atilde;o tamanha a polui&ccedil;&atilde;o que os afeta. E que tal comer uma sacola pl&aacute;stica de supermercado ou inv&eacute;s de uma alga fresquinha? No fundo do mar, ambos parecem a mesma coisa para os animais marinhos.<\/p>\n<p>Se pararmos para pensar, a luta pela conscientiza&ccedil;&atilde;o em Lisboa98 &eacute; a mesma que lutamos hoje no mundo todo e que vivenciaremos em Bras&iacute;lia no F&oacute;rum Mundial de &Aacute;gua. &Eacute; preciso entender que n&atilde;o h&aacute; outro oceano, assim como n&atilde;o existe outro planeta. &Eacute; necess&aacute;rio educar para preservar e proteger cada onda, cada gr&atilde;o de areia e cada esp&eacute;cie. &Eacute; fundamental compreender que h&aacute; vida muita al&eacute;m da nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia, mesmo que devidamente escondida no mais profundo dos mares. &Eacute; preciso respeitar h&aacute; vida muito al&eacute;m da nossa pr&oacute;pria.<\/p>\n<p>Est&aacute; a&iacute; o grande legado que a Expo me deixou: o amplo senso de que sustentabilidade &eacute; o respeito por cada elemento vivo que integra esse amplo ecossistema chamado Terra, mas que, de fato, deveria se chamar &Aacute;gua. Pensando bem, Lisboa tamb&eacute;m me deixou saudade do Gil, a mascote da edi&ccedil;&atilde;o, mas isso &eacute; resolv&iacute;vel. Quem sabe a delega&ccedil;&atilde;o de Portugal n&atilde;o traz ele para o F&oacute;rum Mundial de &Aacute;gua? Um encontro 20 anos depois seria&#8230;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/greennation.com.br\/en\/festival\/brasilia-df-2018\/10\/\">Participe do Green Nation 2018 inscrevendo obras, votando ou visitando essa experi&ecirc;ncia de sentidos em Bras&iacute;lia!<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Data de 1998 a primeira vez em que o termo sustentabilidade me chegou aos ouvidos.<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":15858,"template":"","format":"standard","mundogreen_category":[],"odss":[],"class_list":["post-15857","noticia","type-noticia","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/noticia\/15857","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/noticia"}],"about":[{"href":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/noticia"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15858"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15857"}],"wp:term":[{"taxonomy":"mundogreen_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/mundogreen_category?post=15857"},{"taxonomy":"odss","embeddable":true,"href":"https:\/\/greennation.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/odss?post=15857"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}