O chamado do Boto

Em visita ao projeto de proteção ao Peixe-Boi do IPE, tive a oportunidade de visitar moradores ribeirinhos de palafitas no Rio Solimões, acima do Rio Amazonas. Em passeio com locais, pude vivenciar moradores de uma palafita fazendo o que me pareceu ser um ritual.

O menino, Josué, de 15 anos pulou na água se equilibrando em boias presas aos pés e começou a bater na água com uma das mãos em formato de concha. Com intuito de fazer o som mais alto e grave possível. Segundo o pai dele, Seu Zé, a batida informa os botos mais íntimos da família que eles vão alimenta-los. E que, alguns conseguem sentir esse som a mais de 1 quilometro. A foto é este momento.

E sim, cerca de 3 botos apareceram para o fascínio nosso; onde eu, claro, pulei na água e interagi com eles.

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