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Qual meio é seu ambiente?


Qual meio é o seu ambiente?

E eis que chegamos a mais uma Semana do Meio Ambiente e lá vêm as pesquisas, os depoimentos de autoridades e as diversas ações para chamar nossa atenção para um aspecto simples: todos os dias nós alteramos mais um pouco o curso da natureza e, consequentemente, nosso destino como sociedade. O inverno mais severo que se espera neste ano é prova disso. O avanço do mar em algumas cidades também. E até a proliferação de determinadas espécies e a extinção de outras são exemplos destas alterações sistémicas.

Então, neste mês do Meio Ambiente, o que temos para comemorar? Olhando pelo lado positivo, é crescente a conscientização e a adoção de novas atitudes. É só perguntar aos mais velhos se a reciclagem era uma prática em seus tempos de juventude e comparar com as respostas obtidas ao fazer o mesmo questionamento para crianças e adolescentes. Nesta levada, podemos refletir sobre as mudanças positivas nos patamares de consumo, alimentação, transporte, moradia e até no interagir com os outros.

Porém, se avaliarmos os retrocessos, pontuaremos a crescente lista de elementos da biosfera que deixam de existir, o aumento de lixo nos rios e nos mares, a exploração do solo e dos recursos naturais sem respiro para sua renovação e o crescimento de gases tóxicos, o que naturalmente leva a maior poluição do ar e ao desgaste da camada de ozônio. E a lista só está começando...

Ao questionar qual meio é o seu ambiente, entendemos que todos somos veículos de mudanças nas relações com o meio ambiente, que conglomeradas têm impactos concretos e dinâmicos nos ecossistemas naturais. Fica, porém a possibilidade de escolher entre nos alimentarmos de energia fóssil ou adotarmos o combustível renovável. A decisão, neste caso, é pessoal, mas os impactos são para todos.

Qual meio é o seu ambiente?

E eis que chegamos a mais uma Semana do Meio Ambiente e lá vêm as pesquisas, os depoimentos de autoridades e as diversas ações para chamar nossa atenção para um aspecto simples: todos os dias nós alteramos mais um pouco o curso da natureza e, consequentemente, nosso destino como sociedade. O inverno mais severo que se espera neste ano é prova disso. O avanço do mar em algumas cidades também. E até a proliferação de determinadas espécies e a extinção de outras são exemplos destas alterações sistémicas.

Então, neste mês do Meio Ambiente, o que temos para comemorar? Olhando pelo lado positivo, é crescente a conscientização e a adoção de novas atitudes. É só perguntar aos mais velhos se a reciclagem era uma prática em seus tempos de juventude e comparar com as respostas obtidas ao fazer o mesmo questionamento para crianças e adolescentes. Nesta levada, podemos refletir sobre as mudanças positivas nos patamares de consumo, alimentação, transporte, moradia e até no interagir com os outros.

Porém, se avaliarmos os retrocessos, pontuaremos a crescente lista de elementos da biosfera que deixam de existir, o aumento de lixo nos rios e nos mares, a exploração do solo e dos recursos naturais sem respiro para sua renovação e o crescimento de gases tóxicos, o que naturalmente leva a maior poluição do ar e ao desgaste da camada de ozônio. E a lista só está começando...

Ao questionar qual meio é o seu ambiente, entendemos que todos somos veículos de mudanças nas relações com o meio ambiente, que conglomeradas têm impactos concretos e dinâmicos nos ecossistemas naturais. Fica, porém a possibilidade de escolher entre nos alimentarmos de energia fóssil ou adotarmos o combustível renovável. A decisão, neste caso, é pessoal, mas os impactos são para todos.


08 de junho de 2016

Marcos Didonet

Marcos Didonet

Geógrafo e produtor de cinema tem somado a cultura, a educação e o meio ambiente em vários projetos ao longo dos últimos trinta anos. É diretor do Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente (CIMA), organização que coordena diversas inici...

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